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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

100 mil reais de patrocínio e muitas compras no Paraguai....

Bizarras as reações dos dirigentes do sistema CONFEF/CREFs e dos Sindicatos de Educação Física coreografadas com caras e bocas, como se tivessem revoltados com as denúncias desse “Velhinho”, sobre as mordomias das elites. Essa postura denuncia uma farsa de dirigentes brasileiros – a de viver da Educação Física do passado.

São inaceitáveis os privilégios que dirigentes da nossa categoria, como também do esporte, e pelos governos que recebem, no Brasil, patrocínios, cargos de confiança,  empregos em secretarias de esporte, vitaliciedade no poder, tudo isso, denuncia uma outra faceta: a da Educação Física arcaica, aquela dos tempos da ditadura militar, do “Você sabe com quem está falando?”.


Patrocinar um evento privado com mais de 100 mil reais em Foz do Iguaçu, e mais que isso levar convidados, para fazer a farra com compras no Paraguai, são atitudes inaceitáveis! São privilégios que refletem uma Educação Física desigual, onde 99% rala para financiar mordomias da cúpula do Sistema CONFEF/CREFs.

A velha Educação Física das elites – ironicamente tão criticada pelo próprio partido que hoje é parceiro desses dirigentes – não acabou, e inicia 2014 ignorando as passeatas, os protestos, os gritos da população nas ruas do Brasil, pedindo mudança, pedindo transparência e exigindo participação.
Pergunta: Há motivos para ter esperança nas relações entre as elites e os profissionais de Educação Física???

terça-feira, 11 de junho de 2013

Repercute em todo Brasil: ditadura, tirania na Educação Física

Selecionamos alguns dos e-mails que recebemos. Vejam o que pensam a categoria do nosso Conselho:



“Bom dia Prof Ernani!

Os governos do 1º mundo atualmente falam em DESBUROCRATIZAÇÃO  e DESREGULAMENTAÇÃO.
Tudo isso significa encurtar o caminho da SOLUÇÃO.
Esse texto que tu me mandas mostra o quão desqualificado e mal intencionado é este Sistema CONFEF.
Eu acabei estudando Direito, após assumir o SINPEF-RS principalmente para me defender justamente de segmentos do CREF da minha região fora outros implicados em representações políticas. Claro quem não só na forma jurídica, como também na política, burocrática e representativa. Como não vivo deste meio, e nem faço mínima questão, não me movimentei mais na defesa destes princípios, até porque os mais interessados ( prof. de Ed. física), na sua grande maioria, nem se quer buscam se informar de suas próprias realidades.
Então... às vezes parece "radical" a ideia de que se um "SISTEMA" não funciona no progresso do interesse comum de uma categoria, o mesmo deve ser INSTINTO, ou devidamente REFORMULADO. Para isso deve ser processado pela parte que o defende SINDICATO.
Claro que isso é trabalho para HOMEM, pois OPORTUNISMO é prática de COVARDES que não tem condições, nem vontade de trabalhar.
Por isso, que hoje, quem me conhece não me oferece cargos políticos, mas sim executivos com devida atribuição competente e de remuneração justa. Eu me nego a receber dinheiro suado da categoria para fazer de conta que está trabalhando por ela, quando na realidade a está explorando”.
Grande abraço,

Prof. Alexandre Iserhard Ferreira (RS)

“Professor : - Sabe o que vejo Prof. Ernani, é que o pequeno grupo com intenções escusas, te usaram assim como me usaram aqui no Sul na época de campanha para formação do conselho. Depois deram chapéu naqueles que realmente queriam um conselho de verdade e fizeram o que fizeram e estão fazendo até hoje... Explorando a categoria!”

Professor Wab (RS)

“O que me confere o título de especialista é o certificado de conclusão de curso de pós-graduação lato-senso. O CONFEF, agora, vai usurpar a competência do MEC e dar reconhecimento aos cursos e títulos de especialista? É uma tentativa de seguir a Medicina? Pergunta: se eu fizer um curso de especialização em Educação, ou em Administração ou qualquer outra área de conhecimento que não se relacione diretamente com a Educação Física, serei impedido pelo CONFEF de ostentar o título de especialista? Com que base legal?”

Roberto Correa (RJ)

“Conselho Federal e Regional  é uma praga nacional. Tudo neles é autoritário, e de uma incompreensão básica do que é Educação Física”.

 Antonio Melo (SP)



terça-feira, 4 de junho de 2013

Brasileiros deixam de fazer atividade física

Leiam a mensagem que recebi da Prof. Patrícia

“Ernani fiquei curiosa para saber o quanto os Brasileiros diminuíram suas atividades físicas, uma das pesquisas que encontrei foi uma pesquisa do Ibope sobre hábitos dos brasileiros em relação à saúde cardíaca que foi divulgada em outubro de 2012 e revela que, apesar de a maioria das pessoas demonstrar preocupação com o coração, a minoria faz algo efetivamente para prevenir doenças no futuro.

O estudo titulado "Coração sob controle" foi realizado em agosto/2012 com 2.002 participantes (52% mulheres e 48% homens) de todas as regiões do país, na faixa dos 15 aos 50 anos. Uma das perguntas da pesquisa era :

VOCÊ PRATICA REGULARMENTE UMA ATIVIDADE FÍSICA?
HOMENS: 37% SIM 63% NÃO
MULHERES: 27% SIM 73% NÃO

Podemos constatar está real diminuição".
GRANDE ABRAÇO,
PATRÍCIA

Temos uma profissão regulamentada desde 1998....E desde esse período foram arrecadados no Sistema CONFEF/CREFs mais de 400 milhões de reais....e o interesse pela prática de atividade física vem caindo ano a ano?????? Por quê??? Quais as razões????

Sugestão: que tal acabar com festas, congressos em paraísos turísticos, propagandas de políticos e amigos na Globo, plenárias em hotéis de luxo, e durante cinco anos, intensificarmos uma campanha na mídia, principalmente na Globo, esclarecendo à população sobre os benefícios da atividade física orientada?

Com a palavra os Conselheiros do CONFEF e Presidentes de CREFs.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Passeata de protestos em Minas Gerais pela Educação Física na Escola

O ato de protesto de sábado (11/05) reuniu professores, pais de alunos, alunos, e representantes da sociedade local  em Minas Gerais para uma manifestação contra a suspensão das aulas de Educação Física do 1º ao 5º ano.


Os regentes de turmas do ensino fundamental, como também o sindicato dos professores, aderiram à causa numa passeata realizada no Centro do município de Coronel Fabriciano (MG).  Juntos os manifestantes reforçaram a luta nacional contra a decisão do MEC de acabar com a Educação Física na escola.

O Prof. Roberto Correa do Rio de Janeiro se manifesta, apoiando os colegas de Minas e pergunta:

E onde estão o CREF (Minas) e o CONFEF nessa luta? As mães e a criança se manifestaram muito melhor do que o presidente do Conselho na outra matéria. As professoras... nem se fala!”

Tenho dito sempre: a valorização do profissional passa, necessária e obrigatoriamente, pelo reconhecimento da sociedade. Que bela demonstração. Sinal de que esses professores, nesse município, vêm desenvolvendo um belo trabalho. E duvido muito que as dificuldades que eles enfrentam sejam menores do que as dos demais.

Enquanto nosso Conselho Maior mantiver essa política "hugo-chavista" (foi-se ele mas ficou o espírito), poucas esperanças temos de ver nossa entidade, de fato, abraçar e conduzir as causas de nossa profissão.

Todo apoio às iniciativas dos bravos que, declamam "apesar de você (Jorge H.C. Steinhilber), amanhã há de ser outro dia".


Veja o vídeo na galeria do site http://www.cref1.org.br/galeria-videos.php