Uma realidade no Rio de Janeiro, uma categoria refém dos donos de academias que subjugam o professor,....claro que tem exceções, com academias que não são filiadas a esse grupo ACAD, que prestam serviços de saúde a população. Temos academias que pagam dignamente seus funcionários, repito são exceções.....será que essa forma camuflada de "trabalho escravo"...é uma realidade em todo Brasil??? Será???
O CREF1 que luta isolado, inclusive contra o CONFEF que apoia a Acad, busca apoio dos demais CREFs que respondem com a omissão (silêncio) ou quando provocados dizem que salários, trabalho escravo e regime de trabalho é missão dos Sindicatos!!!
Todos os Conselhos profissionais lutam por salários e condições de trabalho dignas para sua categoria, vide medicina “Quanto vale um Medico”, Engenharia, Enfermagem, Psicologia, ...todas as categorias lutam e se unem pela valorização profissional......
Só com participação e com união é que mudaremos a nossa profissão.....precisamos dar um basta ao trabalho escravo na Educação Física...Vejam o vídeo e constatem a realidade:
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quarta-feira, 16 de outubro de 2013
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Educação Física será que ainda vale a pena?
Mas por causa da excelência dos seus profissionais, oriundo dessas mesmas faculdades, tão criticadas pelos Conselhos Profissionais, que temos algumas profissões, como a Educação Física considerada referência para o mundo, tanto no mercado de fitness, na preparação física, como também nas escolas. Ainda pecamos na área dos projetos sociais, que de social não tem nada, pois, muitos vêm sendo usados como arma de caça a votos dos políticos, muitas vezes inescrupulosos, que colocam líderes comunitários como responsáveis pela prescrição de exercícios e atividades físicas nas vilas olímpicas, claro que tem exceções, mas a cada dia tornam-se raríssimas.
No entanto o que considero mais desanimador, no início de 2013, é ver que a postura arcaica, considerada até por alguns “demagógica”, dos dirigentes de Conselhos, Sindicatos, Confederações e Federações Esportivas continua em vigor. Eles se utilizam de truques da mais baixa politicagem, explorando a formação de nível superior - que como todo processo educacional no Brasil, deixa a desejar – para ganhar prestígio e imagem positiva junto à sociedade.
A cada dia a sociedade vai se distanciando dos Conselhos e Sindicatos, isso não acontece somente na Educação Física, mas em todas as profissões, cito e sempre me refiro à Educação Física por ser essa a minha profissão. Ações que poderiam representar uma novidade, repetem velhos erros com pessoas se auto promovendo, e se apresentando como salvadores.
A escolha dessas pessoas para o comando das representações profissionais produz desalento e com o desalento vem a indignação, a revolta. Pena que ainda são poucas as pessoas que se sentem assim e mostram disposição e sentimento de luta pela mudança....pena.....o que vejo é uma desistência, e o mais perigoso: a abertura de espaços para organizações e oportunistas que incapazes de terem sucesso nas suas profissões, conseguem fazer da Educação Física uma fonte de riqueza, sempre é claro acompanhada de um trabalho escravo, baseado no piso salarial mais baixo do Brasil, ludibriados ou amenizados com pagamentos por fora da carteira de trabalho, prática comum nas academias, clubes e associações brasileiras.
Não sou pessimista, mas quando a categoria vai sendo dominada por esse sentimento de subserviência, produz desalento e corremos riscos de que a grande maioria considere que nada disso vale pena, e com isso desistam da luta pela valorização profissional.
Por outro lado eu tenho recebido manifestações diversas sobre os temas publicados nesse blog, e isso nos enche de esperança de que no futuro nossa profissão seja legitimada pela sociedade.
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