A secretária executiva nacional da UNDIME (União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação) Sra. Vivian Ka.Fuhr Melcoke - acompanhada do assessor pedagógico Vilmar de Santa Catarina, não lembro o nome completo -foram contundentes na reunião realizada em plena sexta-feira (28/02) de carnaval às 15 horas, em Brasília, dizendo NÃO à exigência de profs. com licenciatura de nível superior na Educação Básica (1º ciclo).
Agora é definitivo, o Ministro da Educação Sr. Pain foi claro conosco, sem apoio da UNDIME o MEC é contra o PL 116/2013, e seu assessor parlamentar no Senado, Leandro Cerqueira, como sempre arrogante conosco, afirmou que se os senadores aprovarem a presidenta Dilma veta.
Pasmen caros colegas, leiam a argumentação da Sra. Vivian, abaixo em azul:
Não tem no Brasil número de Profs. de Educação Física suficiente para atender à Educação Física Infantil........................mostramos a ela com dados do próprio MEC que hoje tem mais de 300 mil profs. com licenciatura plena e 150 mil estudantes ...”
Que não tem dinheiro para pagar esses professores...........................retrucamos que antes da resolução nº 7 de 14 de dezembro de 2010 do CNE, todos os municípios tinham profs. ministrando aulas, e que após essa data os municípios estão retirando os profs. do ensino fundamental. Mas, agora eu pergunto: se tinham antes por que não tem agora??? e o dinheiro que vem do petróleo pré-sal???
Que os profs. de Educação Física não têm formação para atender ao ensino infantil (sic).........................ficamos perplexos com essa postura porque o nosso diploma, chancelado pelo MEC, é exatamente para a Educação Básica. Se o próprio MEC diz agora que esse diploma não tem validade para a formação básica (1ºciclo) estamos diante de um estelionato acadêmico, ou estou errado???
Apesar das contra partidas, recebemos no final da reunião um oficio dirigido ao senador Lindbergh, dizendo não a Educação Física, assinado pela presidenta da UNDIME.
As lideranças da categoria no Rio de Janeiro, vão se reunir com a Frente Parlamentar da Educação Física para decidirem essa semana o que vamos fazer, quais caminhos e estratégias seguiremos a partir dessa posição esdrúxula, desrespeitosa e incoerente da UNDIME e do MEC com a população brasileira.
Estamos diante de uma ditadura??? Por que a população não foi ouvida? Por que os pais dos alunos não foram ouvidos? Por que os regentes de turma não foram ouvidos. E mais ainda: Por que os profs. de Educação Física não foram ouvidos??? que pais é esse que não escuta seu povo?
Ernani Contursi
Prof Velhinho
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terça-feira, 11 de março de 2014
terça-feira, 15 de outubro de 2013
Só nos resta continuar lutando
Nossa luta é difícil, recebo dezenas de e-mails de colegas reclamando, e outros tantos me ofendendo, uns porque quero discutir o tema, e outros por eu fazer parte do Sistema CONFEF/CREFs.....em ambos não me sinto ofendido, compreendo a revolta, e até ser expulso do Sistema vou continuar defendendo a galera que labuta, os colegas que lutam pela sobrevivência e que fazem a nossa profissão...
Mas temos que ser racionais, o MEC/CNE, o CONFEF, os CREFs, e centenas de Profissionais de Educação Física que respeito muito e também labutam no dia a dia são favoráveis à manutenção da separação em bacharelado e licenciatura, ponto, é direito de todos, vivemos numa democracia....
Eu continuo e ainda não fui convencido....essa separação só prejudicou e bagunçou o mercado de trabalho, quem é quem no mercado, quem pode trabalhar com esporte vinculado à competição e iniciação esportiva desde que seja vinculado à escola...hum??? então essas milhares de escolinhas que funcionam dentro das escolas podem ter bacharelado???.
Vejam o que recebemos do CONFEF, que está sendo multiplicado pelos CREFs:
“De todo o exposto, conclui-se que, conforme o marco legal e normativo atual, o curso de Educação Física pôde ser ofertado nas modalidades bacharelado e licenciatura plena conjuntamente, de forma regular, até findo o prazo máximo para a adequação das Diretrizes Nacionais de Cursos (DCNs) determinado pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), ou seja, até 15/10/2005. Portanto, compreende-se que apenas os alunos ingressantes até a data de 15/10/2005 nos cursos de Educação Física estariam aptos a obter a graduação de “Bacharel e Licenciado em Educação Física”; sendo que, após essa data, as modalidades do curso de Educação Física passaram a representar graduações distintas.
Outrossim, conclui-se que temas relacionados ao exercício profissional são de competência dos Conselhos Profissionais, enquanto temas relacionados à formação acadêmica, regulação e supervisão da educação competem a este Ministério da Educação”. (Ministério da Educação - Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior)
Veja o documento na íntegra ao fim dessa postagem. Dê um clique no documento para visualizar melhor!
É isso, uma luta difícil, de um lado os poderosos com a caneta, do outro lado os profissionais de Educação Física.....só me resta continuar lutando, enquanto houver esperanças.....
Mas temos que ser racionais, o MEC/CNE, o CONFEF, os CREFs, e centenas de Profissionais de Educação Física que respeito muito e também labutam no dia a dia são favoráveis à manutenção da separação em bacharelado e licenciatura, ponto, é direito de todos, vivemos numa democracia....
Eu continuo e ainda não fui convencido....essa separação só prejudicou e bagunçou o mercado de trabalho, quem é quem no mercado, quem pode trabalhar com esporte vinculado à competição e iniciação esportiva desde que seja vinculado à escola...hum??? então essas milhares de escolinhas que funcionam dentro das escolas podem ter bacharelado???.
Vejam o que recebemos do CONFEF, que está sendo multiplicado pelos CREFs:
“De todo o exposto, conclui-se que, conforme o marco legal e normativo atual, o curso de Educação Física pôde ser ofertado nas modalidades bacharelado e licenciatura plena conjuntamente, de forma regular, até findo o prazo máximo para a adequação das Diretrizes Nacionais de Cursos (DCNs) determinado pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), ou seja, até 15/10/2005. Portanto, compreende-se que apenas os alunos ingressantes até a data de 15/10/2005 nos cursos de Educação Física estariam aptos a obter a graduação de “Bacharel e Licenciado em Educação Física”; sendo que, após essa data, as modalidades do curso de Educação Física passaram a representar graduações distintas.
Outrossim, conclui-se que temas relacionados ao exercício profissional são de competência dos Conselhos Profissionais, enquanto temas relacionados à formação acadêmica, regulação e supervisão da educação competem a este Ministério da Educação”. (Ministério da Educação - Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior)
Veja o documento na íntegra ao fim dessa postagem. Dê um clique no documento para visualizar melhor!
É isso, uma luta difícil, de um lado os poderosos com a caneta, do outro lado os profissionais de Educação Física.....só me resta continuar lutando, enquanto houver esperanças.....
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
Será que nosso futuro está em risco?
A irresponsabilidade dos políticos de Brasília gera esse tipo de reação (veja o vídeo no meu blog)....Quando os dirigentes desse país, inclusive os da Educação Física vão ouvir a população ??? Quando teremos o Conselho Nacional de Educação (CNE) aparelhado com funcionários de carreira da Educação???
Não podemos ficar com conselheiros do CNE indicados por interesses políticos e muito menos o MEC deveria estar ocupado com militantes partidários poderosos!....Esse tipo de política mesquinha, fascista tem gerado revolta principalmente na juventude que vê seu futuro em risco com as pessoas que dirigem nosso país. Enquanto os marqueteiros tentam decifrar ainda, as mensagens emitidas pelas manifestações de ruas, os políticos, inclusive os da Educação Física, continuam surfando nas benesses criadas por eles mesmos e criando mais e mais mordomias.
"Eu fiz Magistério e isso não me capacita a dar aula de Educação Física. Depois uma criança dessa se machuca vão botar a culpa em mim. Isso é um absurdo!".
Não podemos ficar com conselheiros do CNE indicados por interesses políticos e muito menos o MEC deveria estar ocupado com militantes partidários poderosos!....Esse tipo de política mesquinha, fascista tem gerado revolta principalmente na juventude que vê seu futuro em risco com as pessoas que dirigem nosso país. Enquanto os marqueteiros tentam decifrar ainda, as mensagens emitidas pelas manifestações de ruas, os políticos, inclusive os da Educação Física, continuam surfando nas benesses criadas por eles mesmos e criando mais e mais mordomias.
"Eu fiz Magistério e isso não me capacita a dar aula de Educação Física. Depois uma criança dessa se machuca vão botar a culpa em mim. Isso é um absurdo!".
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